Piombas, que ganas de encher o depósito do carro e seguir estrada fora sem rumo definido. Podia ser que encontrasse paz...
[e já agora desligava os telefones.]
domingo, 27 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
We must get closer to the essence of life
C'mon meditate, lets contemplate
talk to the heavenly bodies
of the universe
i got to be free, my spirit's telling me
free from all the things that I don't really need
my mind is made up, no turning back for me
must move with the tides....move straight ahead people..."
Celestial Blues - Andy Bey
talk to the heavenly bodies
of the universe
i got to be free, my spirit's telling me
free from all the things that I don't really need
my mind is made up, no turning back for me
must move with the tides....move straight ahead people..."
Celestial Blues - Andy Bey
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Soube bem dizer que não. Chegar a esta derradeira conclusão e assumir perante a minha pessoa que quero mais de uma relação. Que o que temos ou tivemos não me chega. Não me completa nem tampouco me enche a alma. Nem sequer um cantinho do meu ser. Faz-me lembrar junkfood - enche mas não alimenta. Assumir isso para mim é uma pequena conquista pessoal. Valorizo este meu sentir. Hoje sei que este foi apenas um relacionamento de partilha dos sumptuosos prazeres do exercício físico intensificados por catalisadores ilícitos e não uma relação. Bizarro relacionamento este do qual tenho que cortar amarras. A derradeira constatação deste sentir vai tornar os próximos tempos atribulados.
[ be(e): inevitavelmente terás que encarar esse hábil predador, amante da arte da conquista que valoriza apenas o troféu e dizer-lhe: "My darling, hunting is not allowed. You're looking at a protected species. That being said, let me live my life the best I can. Go on and live yours too and try to be(e).happy" E já agora vê lá se vais trabalhar e contribuir para o PIB nacional miúda!!]
[ be(e): inevitavelmente terás que encarar esse hábil predador, amante da arte da conquista que valoriza apenas o troféu e dizer-lhe: "My darling, hunting is not allowed. You're looking at a protected species. That being said, let me live my life the best I can. Go on and live yours too and try to be(e).happy" E já agora vê lá se vais trabalhar e contribuir para o PIB nacional miúda!!]
sábado, 19 de fevereiro de 2011
A propósito de...
Milagres! Geralmente definidos como ocorrências extraordinárias sem explicação científica e atribuídos a actos de intervenção divina. Com pouca ou nenhuma convicção na existência de deuses, acredito no milagre da vida e que o que pode tornar os acontecimentos mágicos somos nós mesmos. Dar-lhes valor quando os vivemos, torná-los especiais. Saboreá-los na sua beleza e na sua tragédia neste nosso percurso atribulado da vida.
Lady Daisey - Magical
Lady Daisey - Magical
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Mooos + dEUS = ♥
Dia de sorriso rasgado. Com o coração cheio de memórias de bons tempos :)
Marcado pelas memórias das meninas mooos. Dia marcado por dEUS - esses meninos Belgas que uma de nós descobriu - e que foi banda sonora de bons momentos. excelentes... du best.
dEUS - Little Arithmetics [In a Bar, Under the Sea]
Marcado pelas memórias das meninas mooos. Dia marcado por dEUS - esses meninos Belgas que uma de nós descobriu - e que foi banda sonora de bons momentos. excelentes... du best.
dEUS - Little Arithmetics [In a Bar, Under the Sea]
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Balancetes emocionais
Viver é escolher, optar, decidir e... tanto mais. É muito mais. Mas é também abraçar escolhas e viver com elas.
Abracei um projecto, há mais de sete anos, que mudou radicalmente a minha vida. Abracei-o com toda a garra, apostei nele todas as minhas energias. Abracei-o com mais pessoas. Hoje abraço esse projecto sozinha e há dias em que a espinha dorsal treme. Como treme. Dias em que tenho o pressentimento que estou a apostar nele as minhas últimas energias. Não consigo sequer pensar o que fazer com a minha vida se alguma vez decidir que a melhor opção a tomar for deixar de o abraçar. Vivi-o com todo o meu ser e a minha alma. E perdi tanta coisa, abdiquei amargamente de muito daquilo que me dá prazer. E tantas foram as vezes que engoli em seco, chorei... sozinha como sempre... armada em dura. Com a mania que não preciso de nenhum ombro para chorar. Perdi-te a ti também...perdemo-nos. Fel! Fomos tanto e acabámos reduzidos a memórias. Ainda hoje e com mais de um ano de rescaldo, penso em ti e no que fomos. As memórias felizmente fazem-me sempre sorrir. Mas deixam-me sempre a pensar... Como é possível termos sido tanto um para o outro e hoje em dia não termos nem sermos nada. Nem a amizade procuramos ter. Escolha certa? Sim, estávamos a destruir-nos. Conversámos sobre isso e chegamos a essa conclusão, atabalhoadamente mas chegámos...Eu ainda me estou a tentar encontrar. Dou por mim a perguntar se já te encontras-te... Essa escolha foi certa, outras já não sei se foram. Este projecto será uma dessas escolhas certas? Ainda hoje quando medito sobre essa questão, à qual ainda não sei responder, dou por mim a pensar em ti, no que fomos e no que somos. Foste muito importante para mim. Tenho por ti o maior carinho. o maior respeito. Gostava de conseguir dizer-te isto olhos nos olhos.
[ be(e) faz-te forte! Os mercados, essas figuras que andam por aí, tão badaladas mas que ninguém sabe quem são, não têm misericórdia. Faz-te forte miúda, muito forte! ]
Abracei um projecto, há mais de sete anos, que mudou radicalmente a minha vida. Abracei-o com toda a garra, apostei nele todas as minhas energias. Abracei-o com mais pessoas. Hoje abraço esse projecto sozinha e há dias em que a espinha dorsal treme. Como treme. Dias em que tenho o pressentimento que estou a apostar nele as minhas últimas energias. Não consigo sequer pensar o que fazer com a minha vida se alguma vez decidir que a melhor opção a tomar for deixar de o abraçar. Vivi-o com todo o meu ser e a minha alma. E perdi tanta coisa, abdiquei amargamente de muito daquilo que me dá prazer. E tantas foram as vezes que engoli em seco, chorei... sozinha como sempre... armada em dura. Com a mania que não preciso de nenhum ombro para chorar. Perdi-te a ti também...perdemo-nos. Fel! Fomos tanto e acabámos reduzidos a memórias. Ainda hoje e com mais de um ano de rescaldo, penso em ti e no que fomos. As memórias felizmente fazem-me sempre sorrir. Mas deixam-me sempre a pensar... Como é possível termos sido tanto um para o outro e hoje em dia não termos nem sermos nada. Nem a amizade procuramos ter. Escolha certa? Sim, estávamos a destruir-nos. Conversámos sobre isso e chegamos a essa conclusão, atabalhoadamente mas chegámos...Eu ainda me estou a tentar encontrar. Dou por mim a perguntar se já te encontras-te... Essa escolha foi certa, outras já não sei se foram. Este projecto será uma dessas escolhas certas? Ainda hoje quando medito sobre essa questão, à qual ainda não sei responder, dou por mim a pensar em ti, no que fomos e no que somos. Foste muito importante para mim. Tenho por ti o maior carinho. o maior respeito. Gostava de conseguir dizer-te isto olhos nos olhos.
[ be(e) faz-te forte! Os mercados, essas figuras que andam por aí, tão badaladas mas que ninguém sabe quem são, não têm misericórdia. Faz-te forte miúda, muito forte! ]
Não vou muito à bola com...
pessoas falsas! Mas pior que pessoas falsas só pessoas falsas que agem com requintes de malvadez. Como detesto não ter resposta pronta para as ditas naquele precioso momento certo :(
[ be(e): é bom poderes despejar estes sentires no espaço cibernético :) ]
[ be(e): é bom poderes despejar estes sentires no espaço cibernético :) ]
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
E assim acontece...
no meio do turbilhão de acontecimentos, de emoções e de novas perspectivas que têm surgido ultimamente e que tornam estes momentos invernosos bem mais coloridos e calorosos.
Surgiste.
Quando menos esperava, sem aviso nem sinal prévio. Assim do nada. Como dizem que costuma acontecer. Quando menos se espera. Acontece...
E a intensidade de sentimentos assusta-me... perturba-me. de tal forma que ainda não consegui falar nisto a ninguém. nem contigo. quiseste falar sobre o que aconteceu … beijei-te. não estava preparada. na altura.
E assim acontece e tem acontecido... sem falarmos sobre isso. fico a pensar que já vi isto acontecer antes. e não sei se estou preparada para o que está a acontecer. acontece tudo a uma velocidade relâmpago. Demasiado depressa. E eu que costumo afastar-me sempre que assim acontece.
[ be(e) acontece que és mesmo dura de roer. uma autêntica concha! ]
Constatações de quem realmente devia estar a fazer outra coisa:
É curioso como a maturidade... [ be(e) não sei se te podes intitular uma pessoa madura. estamos ainda para verificar essa condição e, se pensares realmente nisso, muito provavelmente chegas a uma conclusão exactamente oposta ] ou o viver da vida te faz sentir acontecimentos similares de formas tão diferentes.
Há uns anos atrás atiravas-te de cabeça. Hoje em dia continuas a atirar-te de cabeça mas dás por ti a pensar “Vamos lá ter calma que isto tem potencial mas é capaz de não correr tão bem como à partida aparenta...”
e continua a chover...the be(e)s are definitely much happier on sunny days.
Há uns anos atrás atiravas-te de cabeça. Hoje em dia continuas a atirar-te de cabeça mas dás por ti a pensar “Vamos lá ter calma que isto tem potencial mas é capaz de não correr tão bem como à partida aparenta...”
e continua a chover...the be(e)s are definitely much happier on sunny days.
e eis que sai um projecto de blogue...
projecto arrojado: o blogue da be(e). ainda sem saber o que vai sair daqui mas estamos fortes!! Podíamos ter escolhido melhor altura para o criar mas estas manhãs de chuva dão nisto...
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